Em meu âmago
Sofri o dito pelo não dito
O falado das extremidades
O dito em fundo sóbrio
Eu calado...
Sonho as aproximações
Festejadas pelos amigos
As festas e canções de ruas
As gargalhadas e abobrinhas
Os abraços e auxílios
Os desejos repartidos
O dito pelo não dito
Névoa de minha esperança
Aquilo que sou e ressinto
Pequeno e maculado
Desejado ao tormento
Velho e mal fadado
Aquilo que sou e não minto
Não minto, não minto, não minto...
Em meu âmago
Sofri o dito pelo não dito
O falado das extremidades
O dito em fundo sóbrio
Eu calado...
Sonho as aproximações
Festejadas pelos amigos
As festas e canções de ruas
As gargalhadas e abobrinhas
Os abraços e auxílios
Os desejos repartidos
O dito pelo não dito
Névoa de minha esperança
Aquilo que sou e ressinto
Pequeno e maculado
Desejado ao tormento
Velho e mal fadado
Aquilo que sou e não minto
Não minto, não minto, não minto...
Sofri o dito pelo não dito
O falado das extremidades
O dito em fundo sóbrio
Eu calado...
Sonho as aproximações
Festejadas pelos amigos
As festas e canções de ruas
As gargalhadas e abobrinhas
Os abraços e auxílios
Os desejos repartidos
O dito pelo não dito
Névoa de minha esperança
Aquilo que sou e ressinto
Pequeno e maculado
Desejado ao tormento
Velho e mal fadado
Aquilo que sou e não minto
Não minto, não minto, não minto...
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Paulo Tiago dos Santos
Nascido em Vitória da Conquista, "carrega água na peneira" desde pequeno, de 1900 e... esqueci...