Perdido no vento da noite
longe, deixei o pergaminho
o osso do meu corpo
torso o couro pelo frio
e quanta saudade escuto
somo a morte ao descaminho
que fissura sonso à escuta
de um atalho no vazio
penso, penso e repenso
valha-me Deus, estou sozinho.
Perdido no vento da noite
tal perfume de jasmim

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Paulo Tiago dos Santos

Nascido em Vitória da Conquista, "carrega água na peneira" desde pequeno, de 1900 e... esqueci...

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