Talvez eu amanheça
em sombra da palmeira
e desvaneça de uma vez
A minha candura
é seguir pleno
sob o mar de ondas sonoras
Pois eu vi o céu brilhar
quando o traço do sobrado
nos rogou a memória
Arranco tuas vestes
e supremo sol te desfigura
com a tormenta do agora.
Os alicerces deste mundo
é a sensação pulsante
do desejo sobre mim.
Vozes e vozes ouço
quando disfarço a fome.
Dor e formas isoladas
Não apenas vozes,
mas o cheiro bom
o perfume das vozes.
Do ego de um sonhador
de um acorrentado
posso calar-me
Nenhum comentário:
Postar um comentário