Sempre me arremesso
Corpo avante, atmosférico
Tornar-me abrangência de afetos

Fontes de saudades e fossas
Romper meu itinerário sobre um sol poente
E mesmo a cantar lamentações
Acanhar o inverno que se forma

Tantos desejos, oliveiras e marfim
seus colares de quinta
beijos e segredos em mim

Cada perola balaiar
Como um pomar, teus seios
Minhas tempestades brotar

Aprecio o brilho
Encanto-me das inclinações da pele
E te vejo nua

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Paulo Tiago dos Santos

Nascido em Vitória da Conquista, "carrega água na peneira" desde pequeno, de 1900 e... esqueci...

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