As minhas primorosas aventuras
Correm num selo amotinado
Um vontade obscena de submergir
Aproximando de mim, uns ruídos infantis
Vago, o sacerdócio de quantas injúrias
Planam sobre mim, primor de teus encantos
Sobretudo, não me queixo
Alfazema tênue dos seus cachos
Me distrai

Um olhar supremo sobre ti
Quero-lhe o encanto, quero sim
Vaticinar sobre os grilhões
Dou um salto com os cotovelos
Sonho amor que não me deixe
Ou nunca me encontre
Que esteja na espreita do elo
A soprar constelações em meu ouvido
A mangar de mim.

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Paulo Tiago dos Santos

Nascido em Vitória da Conquista, "carrega água na peneira" desde pequeno, de 1900 e... esqueci...

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