As minhas primorosas aventuras
Correm num selo amotinado
Um vontade obscena de submergir
Aproximando de mim, uns ruídos infantis
Vago, o sacerdócio de quantas injúrias
Planam sobre mim, primor de teus encantos
Sobretudo, não me queixo
Alfazema tênue dos seus cachos
Me distrai
Um olhar supremo sobre ti
Quero-lhe o encanto, quero sim
Vaticinar sobre os grilhões
Dou um salto com os cotovelos
Sonho amor que não me deixe
Ou nunca me encontre
Que esteja na espreita do elo
A soprar constelações em meu ouvido
A mangar de mim.
Correm num selo amotinado
Um vontade obscena de submergir
Aproximando de mim, uns ruídos infantis
Vago, o sacerdócio de quantas injúrias
Planam sobre mim, primor de teus encantos
Sobretudo, não me queixo
Alfazema tênue dos seus cachos
Me distrai
Um olhar supremo sobre ti
Quero-lhe o encanto, quero sim
Vaticinar sobre os grilhões
Dou um salto com os cotovelos
Sonho amor que não me deixe
Ou nunca me encontre
Que esteja na espreita do elo
A soprar constelações em meu ouvido
A mangar de mim.
Nenhum comentário:
Postar um comentário