De tanto mexer com as palavras
Estou cá, ficando mudo
Sem gabar-me com este pronome todo
e vasculhar tudo que seu olhar me diz
E meus ais sonhador de sempre
Ah, este castelo, insustentável amor
Não gosto dos castelos de pedra
Meu castelo há de ser castelo de areia
Para que eu possa construí-lo continuamente
Para que ele desabe todos os dias
Diante a força constante da vida
Que tudo de mentirinha sucumba
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