No final, as pontes se calam
as pontes, quimera desilusão
como apanhartes os frutos do chão
não suplanta tudo o que há de vir
e esquece o vento que nos espera...
um poema das flores
pinto com dedo
as camélias
da minha casa, elas
atravessam
o meu olhar
que se converte em florir
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