No final, as pontes se calam

as pontes, quimera desilusão

como apanhartes os frutos do chão

não suplanta tudo o que há de vir

e esquece o vento que nos espera...

um poema das flores

pinto com dedo

as camélias

da minha casa, elas

atravessam

o meu olhar

que se converte em florir

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Paulo Tiago dos Santos

Nascido em Vitória da Conquista, "carrega água na peneira" desde pequeno, de 1900 e... esqueci...

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