Cria em mim a tua fuga
ser tal como diamante
em teu semblante, o transe
Aproxima as mãos, os pés, o colo
e sobretudo costelas
que minha orelha é brinquedo teu
a vontade da redonda forma
comove a redoma forja
do meu ventre
empobrece a minha casa
me deixa bêbado e espaço
tonto, entregue à vontade tua
eu revigoro a têmpera
do mariar sobre as silhuetas
quando me posto ao vesgo
a verga em tua lua
a vulva em vacilar
num vai-e-vem sem perdões
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